Eventos de fotografia têm um problema crônico que ninguém gosta de nomear em voz alta.
São extraordinários por dentro — palestras densas, fotógrafos relevantes, conversas que duram até de madrugada no corredor. E invisíveis por fora. O conteúdo produzido dentro do evento raramente sobrevive ao evento. Vai para o stories, grupos de whatsapp e some em 24 horas, a comunidade que não estava lá não fica sabendo de quase nada.
Infraestrutura editorial não é luxo. É o que transforma um bom evento em patrimônio da comunidade fotográfica.
É exatamente esse vazio que a Obscura foi feita para preencher.



A parceria
Nos dias 9 e 10 de junho de 2026, a Obscura será a mídia oficial do Photo In Rio — congresso de fotografia e cinema realizado no Hotel Vila Galé, reunindo 12 palestrantes de todo o Brasil e uma feira de negócios com as principais marcas do mercado.
Isso significa cobertura antes, durante e depois. Conteúdo que chega diretamente na caixa de entrada de mais de 5.000 assinantes, com taxa de abertura acima de 40%. Sem depender de algoritmo. Sem sumir em 24 horas.
E significa também que estarei lá presencialmente, com um stand da Obscura — para receber, conversar e registrar. Porque cobertura de verdade não acontece de longe.
Por que isso importa além do Photo In Rio
O Foco Nordeste, em agosto, foi o primeiro. O Photo In Rio, em junho, é o segundo.
Não estou colecionando logos de eventos. Estou construindo algo mais consistente: presença editorial permanente nos maiores congressos de fotografia do Brasil — antes, durante e depois de cada edição, com profundidade que grupos de WhatsApp não conseguem oferecer.
Para você, assinante da Obscura, isso se traduz em algo simples: você não vai perder o que acontece nesses eventos, mesmo que não esteja lá.
Conheça um dos nomes do Photo In Rio: Villy Ribeiro
O congresso já tem 12 palestrantes confirmados — e um dos primeiros a ser apresentado ao público foi Villy Ribeiro, fotógrafo e diretor de São Paulo especializado em ensaios autorais kids.
O trabalho do Villy no instagram é construído sobre uma premissa rara: domínio técnico a serviço da conexão humana. Fotografa pessoas desde os 10 anos, quando pegou emprestada a câmera do pai. Hoje, seu estilo visual tem uma marca que é difícil de confundir — não pelo equipamento, mas pela relação que ele constrói com quem está na frente da câmera.
Vale assistir à conversa que os organizadores fizeram com ele:
👉 Assista à live com Villy Ribeiro
Antes de junho, você começa agora
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